Bem, lá vamos nós (re)começar com o uma espécie...Agora é que vai ser! Mas uma espécie de quê? Nem eu sei, mas parece que é uma espécie de porra nenhuma...Um blog onde nada fica por dizer!
quinta-feira, abril 29, 2010
1 de Abril?
terça-feira, abril 27, 2010
E de repente...
Elementar!
quinta-feira, abril 22, 2010
Eu vou!
Mudar de vida
João Cepa em entrevista ao Jornal de Esposende.
Comentário: O primeiro comentário vai para o facto de João Cepa ter escolhido o Jornal de Esposende (JE), publicação do nosso concelho com quem tinha uma relação abertamente conflituosa, para anunciar a sua retirada da vida política activa, o que não deixa de ser irónico. Apesar de algumas razões de queixa que lhe assistem, João Cepa fez bem em aceitar ser entrevistado para o JE. Afinal de contas, não são muitas as publicações jornalísticas no Concelho, e o JE é também um importante veículo para dar a conhecer aos cidadãos o que tem sido feito e esclarecer alguns temas que estão na ordem do dia. Um dia que se faça o balanço da relação de João Cepa com a imprensa local, ficará, no entanto, a nota negativa de nunca ter participado nos debates organizados com os restantes candidatos autárquicos (2005, organização do Jornal de Esposende; 2009, organização da Esposende Tv).
A segunda nota vai para o anúncio oficial da retirada da vida política activa. Se relativamente à vida autárquica João Cepa encontra-se no exercício do último mandato permitido por lei, pelo que a sua retirada não constitui nenhuma surpresa, já o abandono de toda a actividade político-partidária constitui uma surpresa, uma vez que João Cepa sempre deu mostras de ser um bom dirigente partidário e que, com a experiência acumulada à frente dos destino da Câmara, poderia capitalizá-la para outros voos. Ao contrário do que foi discutido aqui, afinal, tal não parece ter sido o entendimento do mayor de Esposende.
Never say never, costuma dizer-se amiúde em política. João Cepa é novo e quem anda muitos anos e com gosto na política nunca lhe perde o gosto. Tal como disse anteriormente, João Cepa fez importante obra ao nível do Concelho, mas a nível Distrital e Nacional, Esposende não tem suficiente destaque político, o que se consegue com a presença dos seus dirigentes em importantes cargos políticos. João Cepa, parece-me nesse sentido uma boa mais-valia do PSD local para lhe dar alguma visibilidade a nível Distrital, por exemplo integrando a lista de deputados. É um capital político que não se deve desperdiçar e certamente que daqui por 2 ou 4 anos a conversa será porventura outra.
Oficializada a saída de João Cepa, nasce um novo capítulo para a política local. O senhor que se segue à frente do PSD e da Câmara, é o debate a tomar a nossa atenção nos próximos tempos. A acompanhar!
quarta-feira, abril 21, 2010
terça-feira, abril 20, 2010
Selecção..não temos sorte nenhuma!
Terrorismo...com piada!
Eu, adepto rival, me confesso: a acção terrorista levada a cabo ontem à noite por um grupo de lampiões, que colocaram uma faixa a dizer "reservado" no Marquês de Pombal foi grande tirada! Teve muito piada, e quem me dera que fosse levada a cabo por adeptos das minhas cores. Parabéns!
Amigo meu lampião dos 7 costados disse-me hoje: "se o Benfica ganhar no sábado, vou torcer para que o Braga também ganhe no Domingo. Quero ser campeão no Dragão". Ah valente, assim é que é falar! Realmente, ninguém atura os lampiões de barriga cheia..
quarta-feira, abril 14, 2010
Desculpas
quinta-feira, abril 08, 2010
Há vida para além da presidência de câmara
João Cepa está desgostoso por não poder continuar a ser Presidente da Câmara de Esposende para além dos 3 anos de mandato que lhe falta cumprir. E já leva 12 à frente dos destinos do nosso burgo.
Como alternativa, e em forma de brincadeira, pondera a hipótese de concorrer a uma autarquia vizinha para poder continuar a ser presidente de câmara. No entanto, não precisa dir tão longe. Sempre poderá fazer como Vladimir Putine, e meter alguém da sua confiança à frente da Autarquia, para 4 anos depois voltar a concorrer. Porque não?
Como já referi oportunamente, acho que os mandatos de Presidente de Câmara devem ser limitados. Assim como o de Primeiro-Ministro. Em comum, têm o facto de serem cargos sujeitos a grande desgaste, pressão e muita responsabilidade também. Envolvem a decisão de projectos estruturais, muitos orçamentos, e com o passar dos anos, o que se ganha em experiência, perde-se em frescura de ideias e capacidade de renovação. Daí a importância da renovação dos ciclos. Há que dar lugar aos mais novos. Se Alberto Figueiredo assim pensasse, por exemplo, João Cepa nunca teria a oportunidade de ser o mais jovem presidente de câmara do País. Julgo que Esposende não precisa de copiar o triste exemplo de Braga onde mora o mais antigo dinossauro autárquico do país.
João Cepa tem sido um bom presidente de câmara, e sendo novo, com experiência adquirida, poderia usar esses talentos em novos voos. Acho incrível como é que sendo o PSD de Esposende o concelho que mais vitórias dá ao PSD em Braga, e sendo porventura o concelho do distrito mais representativo do Partido (que não tem Braga, Barcelos nem Guimarães), Esposende não tenha 1, ou até mesmo 2 deputados, do Concelho na Assembleia da República. Pior, como é que nas sucessivas eleições legislativas Esposende nunca mete ninguém?
quarta-feira, abril 07, 2010
Messi
segunda-feira, abril 05, 2010
Tininha
Morreu a Tininha, mítica personagem de Esposende (notícia via Concelho de Esposende).sexta-feira, abril 02, 2010
Kastrus
quarta-feira, março 31, 2010
Carvalhal...o elo mais fraco!
terça-feira, março 30, 2010
IC e pedofilia
segunda-feira, março 29, 2010
Notas soltas
Heróis do Mar
No passado sábado, o auditório do Fórum Esposendense apinhou-se de gente para aplaudir o mais recente trabalho literário de José Felgueiras, actual Presidente da Junta de Freguesia de Esposende, e Pai do ilustre blogueiro desta casa João Felgueiras. A obra, intitulada "Sete Séculos no Mar", faz o levantamento do contributo de Esposende e Fão para a navegação marítima em Portugal ao longo de vários séculos.sábado, março 27, 2010
E agora Pedro?
Passos Coelho venceu categoricamente a corrida à liderança do PSD. 61%, contra um bom adversário como era Paulo Rangel, não deixou margem para dúvidas. Passos Coelho foi persistente, nunca deixou de encarar esse seu desígnio, e teve na votação expressiva que obteve o devido reconhecimento.O PS que se cuide. Passos Coelho não tem nada a ver com os últimos líderes do PSD. Não transparece imagem apagada como Ferreira Leite tinha, não tem discurso atabalhoado e inconsequente como Felipe Menezes tinha, e tem o aparelho na mão, algo que Marques Mendes nunca conseguiu satisfatoriamente. E depois, pormenor não menos decisivo, o Governo socialista está nitidamente em queda-livre. Os ministérios estão a mexer-se muito pouco. Cheira a poder, e o contexto em que Passos Coelho assume a liderança é-lhe muito mais favorável, do que aquele que Ferreira Leite ou Mendes tinham.
Serão tempos interessantes os que aí vêm. Passos Coelho tem, primeiro que tudo, que mostrar que é capaz de conseguir a propalada unidade do Partido. 60% dão-lhe margem confortável para conseguir tal. Por outro lado, Paulo Rangel e Aguiar Branco, representantes das outras correntes do partido, tiveram um discurso de derrota muito vertical e exemplar, pondo-se ao serviço do Partido nesta hora difícil em que é preciso dar uma verdadeira alternativa ao País. Não foi apenas discurso de derrota da praxe. Aguiar Branco e Paulo Rangel não estão na política para se servir dela mas para a servir. São dois bons activos do Partido, e a terem em conta.
Depois de unir o Partido, segue-se o País. Nesse aspecto, Passos Coelho tem que demarcar a sua posição. Com ele, o OE 2010 ou o PEC não passariam da forma como Ferreira Leite os deixou passar. No entanto, não se lhe conhecem exactamente os termos das suas propostas alternativas para que esses documentos pudessem passar. Os tempos que se seguirão serão de clarificação desse pensamento, importante para que os portugueses vejam que o PSD não quer ser poder só por poder, à conta do desgaste do PS, mas porque tem efectivamente propostas diferentes.
Última nota para dizer que política é assim mesmo, e nem sempre o nosso candidato é o vencedor. Registo a enorme satisfação dos militantes do PSD, apoiantes de Passos Coelhos desde a primeira hora, pela sua vitória. Esposende também não foi excepção. Ainda que passos Coelho não tivesse sido o meu candidato, espero e desejo que faça um bom mandato. Portugal precisa dum partido líder da oposição forte. E o PSD precisa de provar que não é um atoleiro onde se queimam líderes uns atrás dos outros.