Bem, lá vamos nós (re)começar com o uma espécie...Agora é que vai ser! Mas uma espécie de quê? Nem eu sei, mas parece que é uma espécie de porra nenhuma...Um blog onde nada fica por dizer!
sexta-feira, setembro 30, 2011
Um filme obrigatório!
quinta-feira, setembro 29, 2011
Pedro Sousa
domingo, setembro 25, 2011
Assim dá gosto!
sábado, setembro 24, 2011
Lamentos
quarta-feira, setembro 21, 2011
Entrevista do nosso Primeiro
O jornalista que o entrevistou é que me parece fraquinho, nunca deixando terminar um raciocínio ou uma explicação, já assim acontecerá com o Socrátes.
No entanto, e depois do episódio com os pavões na última entrevista feita com Socrátes ainda PM, ontem não ouvimos os pavões. Porque será???
A pergunta que se impunha seria:
- Senhor Primeiro Ministro, com tantas medidas de austeridade, também os pavões sofreram cortes? Ou estamos a assisitr a uma tentativa de calar o "bico" a certas "aves"?
Não é que muitas vezes apetece-se calar o bico a certas "aves" de rapina que ainda habitam no nosso pais.
quinta-feira, setembro 15, 2011
Toronto on rocks!
segunda-feira, setembro 12, 2011
10 anos
domingo, setembro 11, 2011
11.09.2001
sexta-feira, setembro 02, 2011
UMA JORNADA ESPECIAL EM MADRID
Durante uma semana a cidade de Madrid foi literalmente invadida. Mas não pense o caro leitor que se tratou de alguma invasão hostil, bem pelo contrário. Foi antes sim uma invasão de vida, alegria e jovialidade, colorida com as bandeiras dos mais de 170 países que aí se fizeram representar.
Estações de metro, igrejas, museus, praças, parques, esplanadas, muitos eram os lugares onde jovens oriundos dos mais diversos países do mundo se cruzavam, trocando palavras, sorrisos e ofertas entre si, muitas vezes mesmo sem falarem a mesma língua, mas seguros do denominador comum que os juntava naquele espaço por esses dias, Cristo Senhor.
Depois de uma semana intensa como aquela que foi vivida em Madrid, cabe agora a cada um dos jovens presentes na Jornada tomar acção nos propósitos que aí foram deixados, procurando mostrar que, entre tantos modos de viver que hoje o mundo parece oferecer-nos – todos aparentemente do mesmo nível –, só seguindo Jesus é que se encontra o verdadeiro sentido da vida e, consequentemente, a alegria verdadeira e duradoura.
Começar bem o dia...
Estava na fila para pagar quando a senhora em frente (aparentava 30 e poucos anos) é abordada por amiga que também lá se encontrava a tomar café.
Cumprimentam-se entusiasticamente, e diz uma para a outra (a que estava à minha frente):
- "Olá!"
- "Então por aqui?"
- "Sim! Regressei agora de férias. Mas passei pelo gabinete e não a vi lá. Está de férias também?"
- "Sim, não estou no gabinete. Mas não estou de férias. Fui despedida".
Cara de assombro da interlocutora
- "Como estou grávida, despediram-me".
quinta-feira, setembro 01, 2011
..............
quarta-feira, agosto 31, 2011
!!!!!
?????
- Será mais um reforço para Domingos não colocar a titular?
terça-feira, agosto 30, 2011
As vidas dos outros...
Isabel Angelino é uma personagem habitual nas nossas revistas cor-de-rosa, de há muitos anos para cá. O Sporting está de volta...ao mesmo!
A campanha de vendas da gamebox para a nova temporada fez-se sobre o slogan "O Sporting está de volta!".terça-feira, agosto 23, 2011
Coisas que se escrevem
Marbela
segunda-feira, agosto 22, 2011
Saída de cena
domingo, agosto 14, 2011
Pandemónio @ Esposende
sexta-feira, agosto 12, 2011
quinta-feira, agosto 11, 2011
quarta-feira, agosto 10, 2011
Caos em Londres
Nāo me venham falar disto como resultado da crise, nós todos a sentimos mas nāo é por isso que viramos bandidos. Os criminosos que andam a incendiar e a pilhar as ruas de Londres, devem ser apanhados e julgados. A azelhice policial que levou a mais um homicidio por engano, e que acendeu o rastilho, também. De qualquer modo, há uma liçāo extra nisto: Londres, Reino Unido, primeríssimo mundo: tudo à rasquinha para perceber e tentar controlar. Quando é na Grécia, é fácil fazer piadas em qualquer sky news da vida...
segunda-feira, agosto 08, 2011
Contagem decrescente....
Daqui por 1 semana, por esta hora, estarei algures "andando nas nuvens" a caminho de Madrid, para a minha primeira Jornada Mundial da Juventude.quinta-feira, agosto 04, 2011
Le grand final
No passado Domingo (30 de Julho) terminou na cidade de Moncton, no Canadá, a digressão «360º Tour» dos U2.Cumpri um velho sonho de ver os U2 na sua pátria - Dublin - e quando vieram cá a Portugal também tive a felicidade de os rever, com o adicional de ter sido feito na melhor companhia do mundo :)
quarta-feira, agosto 03, 2011
Impressões das vendas da semana
terça-feira, agosto 02, 2011
Transparência
quinta-feira, julho 28, 2011
Vox populi
segunda-feira, julho 25, 2011
OS ‘CATÓLICOS’ ADVERSATIVOS
In memoriam de Maria José Nogueira Pinto,uma católica não adversativa.
A barca de Pedro é como a arca de Noé. Se esta providencial embarcação incluía toda a espécie de criaturas que havia à face da terra, também a Igreja congrega uma imensa variedade de almas. Todas as gentes, qualquer que seja a sua raça, a sua cultura, a sua língua ou os seus costumes, desde que legítimos, cabe na barca de Pedro. Por isso, graças a Deus, há católicos conservadores e progressistas, de direita e de esquerda, republicanos e monárquicos, regionalistas e centralistas, etc.
Se, em política, tudo o que parece é, o mesmo já não se pode dizer na Igreja. Tal é o caso dos ‘católicos’ adversativos. Muito embora a designação seja original, a realidade é, infelizmente, do mais prosaico e corrente:
- Eu sou católico, mas...
E, claro, a seguir a esta proposição adversativa, seguem não poucos reparos à doutrina cristã. A saber: eu sou católico, mas creio na reencarnação; eu sou católico, mas defendo o aborto; eu sou católico mas, não acredito no inferno; eu sou católico, mas sou a favor da eutanásia; eu sou católico, mas concordo com o casamento entre pessoas do mesmo sexo; etc., etc., etc.
É verdade que a Igreja acolhe também aqueles que, por desconhecimento ou por debilidade, não conseguem ainda viver de acordo com todos os seus preceitos. Ao contrário do que pretendiam os cátaros, a Igreja não é só dos puros ou dos santos, os únicos que são, de facto, cem por cento católicos. Com efeito, a Igreja não exclui os néscios, nem os fracos que, na realidade, somos quase todos nós. Mas não aceita os nossos erros, nem os nossos pecados, antes impõe que, da parte do crente, haja uma firme decisão de conversão.
Esta é, afinal, a diferença entre o pecador e o fariseu: ambos pecam, mas enquanto aquele reconhece-o humildemente e procura emendar-se, este justifica-se e, em vez de mudar de conduta, desautoriza a doutrina em que, afinal, não crê. O pecador que é sincero no seu propósito de santificação, tem lugar na comunidade dos crentes, mas não quem intencionalmente nega os princípios da fé cristã.
Na Igreja há certamente margem para a diversidade de pontos de vista, também em matérias doutrinais opináveis, mas não cabe divergência no que respeita aos princípios fundamentais. Um cristão que, consciente e voluntariamente, dissente de uma proposição de fé definida pela competente autoridade eclesial, não é simplesmente um católico diferente ou divergente, mas um fiel infiel, ou seja, um não fiel.
Conta-se que o pai de uma rapariga algo leviana, sabendo do seu estado interessante, tentou desesperadamente conseguir-lhe um marido que estivesse pelos ajustes. Para este efeito, assim tentou aliciar um possível candidato:
- É verdade que a minha filha está grávida, mas é só um bocadinho...
Ser ou não ser, eis a questão. Pode-se ser católico sendo ignorante e até muito pecador, mas não se pode ser ‘católico’ adversativo, ou seja, negando convictamente a doutrina da Igreja.
A fé não se afere por uma auto-declaração abstracta, mas pela opção existencial de seguir Cristo, crendo e agindo de acordo com os princípios do Evangelho. Não é católico quem afirma que o é, mas quem pensa e quer viver como tal. «Tu crês que há um só Deus? Fazes bem, no entanto também os demónios crêem e tremem. O homem é justificado pelas obras e não apenas pela fé. Assim como o corpo sem alma está morto, assim também a fé sem obras está morta» (Tg 2, 19.24.26).
P. Gonçalo Portocarrero de Almada, artigo publicado no Jornal "Voz da Verdade".
Verão II
sábado, julho 23, 2011
Matraquilhos
Os donos destes estabelecimentos terão de adquirir nova mesa de "matrecos", devido as grandes alterações no plantel do SLB.
Desta forma, a nova mesa a ser adquirida terá de ser a seguinte:
sexta-feira, julho 22, 2011
quarta-feira, julho 20, 2011
terça-feira, julho 19, 2011
U2, os maiores!!!
No último concerto da tour 360º, no público estava um fã com um cartaz: "Queria tocar uma música para a minha esposa". Bono pede para levarem o fã ao palco. O fã era cego, deram-lhe a guitarra do Bono e saiu isto
Coisas simples que fazem as pessoas felizes.
Uniforme!!!
Eu aplaudo, de pé, esta decisão da universidade católica. As instituições devem ensinar em toda a vertente social e quando a coisa não funciona há que impôr regras.
Afinal estamos a formar futuros advogados, gestores, etc, que não irão de chinelas e calções para o trabalho!!!
Isto é que podia virar moda em muitas instituições...
segunda-feira, julho 18, 2011
Cranberries - melhor foi impossível!
Analyse
Animal Instinct
Linger
Dreaming My Dreams
Ode to My Family
Wanted
Tomorrow
Just My Imagination
Schizophrenic Playboy
When You're Gone
I Can't Be With You
Waltzing Back
Free to Decide
Salvation
Ridiculous Thoughts
Zombie
Empty
Promises
Dreams
sábado, julho 16, 2011
Mais logo à noite...
sexta-feira, julho 15, 2011
Poeta Castrado, Não!!!
Serei tudo o que disserem
por inveja ou negação:
cabeçudo, dromedário
fogueira de exibição
teorema, corolário
poema de mão em mão
lãzudo, publicitário
malabarista, cabrão.
Serei tudo o que disserem:
Poeta castrado, não!
Os que entendem como eu
as linhas com que me escrevo
reconhecem o que é meu
em tudo quanto lhes devo:
ternura como já disse
sempre que faço um poema;
saudade que se partisse
me alagaria de pena;
e também uma alegria
uma coragem serena
em renegar a poesia
quando ela nos envenena.
Os que entendem como eu
a força que tem um verso
reconhecem o que é seu
quando lhes mostro o reverso:
Da fome já não se fala
é tão vulgar que nos cansa
mas que dizer de uma bala
num esqueleto de criança?
Do frio não reza a história
a morte é branda e letal
mas que dizer da memória
de uma bomba de napalm?
E o resto que pode ser
o poema dia a dia?
Um bisturi a crescer
nas coxas de uma judia;
um filho que vai nascer
parido por asfixia?!
Ah não me venham dizer
que é fonética a poesia!
Serei tudo o que disserem
por temor ou negação:
Demagogo,mau profeta
falso médico,ladrão
prostituta,proxeneta
espoleta,televisão.
Serei tudo o que disserem:
Poeta castrado,não!
José Carlos Ary dos Santos
Interessante...
Estas são deficiências imperdoáveis na lei, que estão muito para lá do ‘sim’ ou do ‘não’.
terça-feira, julho 12, 2011
Verão
segunda-feira, julho 11, 2011
Esposende em Festa
quinta-feira, julho 07, 2011
Nada me faltará
Aos dezassete anos, no primeiro ano da Faculdade, furei uma greve associativa. Fi-lo mais por rebeldia contra uma ordem imposta arbitrariamente (mesmo que alternativa) que por qualquer outra coisa. Foi por isso que conheci o Jaime e mudámos as nossas vidas, ficando sempre juntos. Fizemos desde então uma família, com os nossos filhos - o Eduardo, a Catarina, a Teresinha - e com os filhos deles. Há quase quarenta anos.
Procurei, procurámos, sempre viver de acordo com os princípios que tinham a ver com valores ditos tradicionais - Deus e a Pátria -, mas também com a justiça e com a solidariedade em que sempre acreditei e acredito. Tenho tentado deles dar testemunho na vida política e no serviço público. Sem transigências, sem abdicações, sem meter no bolso ideias e convicções.
Convicções que partem de uma fé profunda no amor de Cristo, que sempre nos diz - como repetiu João Paulo II - "não tenhais medo". Graças a Deus nunca tive medo. Nem das fugas, nem dos exílios, nem da perseguição, nem da incerteza. Nem da vida, nem na morte. Suportei as rodas baixas da fortuna, partilhei a humilhação da diáspora dos portugueses de África, conheci o exílio no Brasil e em Espanha. Aprendi a levar a pátria na sola dos sapatos.
Como no salmo, o Senhor foi sempre o meu pastor e por isso nada me faltou -mesmo quando faltava tudo.
Regressada a Portugal, concluí o meu curso e iniciei uma actividade profissional em que procurei sempre servir o Estado e a comunidade com lealdade e com coerência.
Gostei de trabalhar no serviço público, quer em funções de aconselhamento ou assessoria quer como responsável de grandes organizações. Procurei fazer o melhor pelas instituições e pelos que nelas trabalhavam, cuidando dos que por elas eram assistidos. Nunca critérios do sectarismo político moveram ou influenciaram os meus juízos na escolha de colaboradores ou na sua avaliação.
Combatendo ideias e políticas que considerei erradas ou nocivas para o bem comum, sempre respeitei, como pessoas, os seus defensores por convicção, os meus adversários.
A política activa, partidária, também foi importante para mim. Vivi--a com racionalidade, mas também com emoção e até com paixão. Tentei subordiná-la a valores e crenças superiores. E seguir regras éticas também nos meios. Fui deputada, líder parlamentar e vereadora por Lisboa pelo CDS-PP, e depois eleita por duas vezes deputada independente nas listas do PSD.
Também aqui servi o melhor que soube e pude. Bati- -me por causas cívicas, umas vitoriosas, outras derrotadas, desde a defesa da unidade do país contra regionalismos centrífugos, até à defesa da vida e dos mais fracos entre os fracos. Foi em nome deles e das causas em que acredito que, além do combate político directo na representação popular, intervim com regularidade na televisão, rádio, jornais, como aqui no DN.
Nas fraquezas e limites da condição humana, tentei travar esse bom combate de que fala o apóstolo Paulo. E guardei a Fé.
Tem sido bom viver estes tempos felizes e difíceis, porque uma vida boa não é uma boa vida. Estou agora num combate mais pessoal, contra um inimigo subtil, silencioso, traiçoeiro. Neste combate conto com a ciência dos homens e com a graça de Deus, Pai de nós todos, para não ter medo. E também com a família e com os amigos. Esperando o pior, mas confiando no melhor.
Seja qual for o desfecho, como o Senhor é meu pastor, nada me faltará.
Maria José Nogueira Pinto (1952-2011)
quarta-feira, julho 06, 2011
Maria José Nogueira Pinto (1952-2011)
terça-feira, julho 05, 2011
Rescaldo da saída do Nobre
- Agr que o nobre bazou qts lugares te faltam pra chegar a deputado?
- Só faltam 9. Lol
- Eh pá isso é mais que o bloco de esquerda lol
- Lol. Durante o mandato saem no máximo mais dois.
- Bem com europeias e autárquicas mais a remodelação governamental a meio pode ser que ainda sentes lá o rabo pelo menos 1 semana lol
- Já viste a lista? Vês alguém que consiga ganhar uma câmara ou possa ir numas europeias?
- Não conheço os deputados mas não será difícil que algum vá fazer número pra lista de deputados ou concorrer a vice duma boa câmara.
- Por isso é q só a Teixeira da Cruz foi para o governo. Os outros estão-se a guardar. Lol
segunda-feira, julho 04, 2011
A melhor notícia do fds!
domingo, julho 03, 2011
A noiva-cadáver
Lembrei-me deste título dum filme de Tim Burton ao assistir ontem à tarde às cerimónias religiosas do casamento do Príncipe Alberto II do Mónaco com a sul-africana Charlene Wittstock.quarta-feira, junho 29, 2011
A falta de um bom jornal
sábado, junho 25, 2011
U2 @ Glastonbury
terça-feira, junho 21, 2011
Deselegante retirada
segunda-feira, junho 20, 2011
Nobre retirada
Sem tarimba
XII legislatura
sexta-feira, junho 17, 2011
11
Economia - Álvaro Santos Pereira
Negócios Estrangeiros - Paulo Portas
Justiça - Paula Teixeira da Cruz
Administração Interna - Miguel Macedo
Assuntos Parlamentares, Autarquias e Desporto - Miguel Relvas
Educação e Ensino Superior - Nuno Crato
Segurança Social - Pedro Mota Soares
Agricultura, Ambiente e Território - Assunção Cristas
Saúde - Paulo Macedo
Defesa - Aguiar-Branco
Primeiras impressões
quinta-feira, junho 16, 2011
Vergonha
Onde está a diferenciação daquele que não prevaricou??? É esta a "classe" profissional que se mostra sem classe nenhuma, é este o destino da justiça no nosso Portugal.
Ler Notícia
quarta-feira, junho 15, 2011
Enxovalhar os símbolos

"Despeço-me do Benfica, desejando toda a sorte do Mundo e com a certeza de ter dado tudo por esta camisola dentro e fora do campo. Gostaria de me ter despedido dos Adeptos dentro de campo para lhes agradecer tudo o que me deram, mas encontrarei outra forma de o fazer. Obrigado por tudo. Forte abraço. Nuno Gomes".
Não sou benfiquista, mas tenho consideração e respeito pelo Nuno Gomes, um bom jogador, que deu sempre o corpo ao manifesto, jogando de forma correcta contra os adversários.
A forma como sai do Benfica não dignifica o clube. Muito pelo contrário. Como diz e bem Luís Avelãs, Jorge Jesus é indiscutivelmente um bom treinador, mas péssimo condutor de homens.
Ainda nos riremos muito com a compra a eito de jogadores que o Benfica tem estado a fazer...
terça-feira, junho 14, 2011
Wake Up
Nada melhor que uma canção poderosa, e que recordações me traz esta canção.. 2005 em pleno Alvalade!!!
É bom quando algumas músicas saem assim do baú!!!
segunda-feira, junho 13, 2011
segunda-feira, junho 06, 2011
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Portugal v12
No rescaldo das eleições que elegeram os deputados e futuro Governo da XII Legislatura, faço aqui a minha leitura dos resultados da noite eleitoral:Mais: Consolida a margem dos 2 dígitos, aumenta o número de deputados, e voltará ao Governo em coligação, em melhor relação de forças do que a de 2002, quando se juntou ao PSD de Durão Barroso.
Mais: O surrealismo do discurso de Francisco Louçã. Teve uma copiosa derrota mas falou como se nada tivesse acontecido. Foi o momento "ministro da propaganda do Iraque". O Bloco levou uma hecatombe daquelas, e os bloquistas aproveitaram para fazer mais um comício de propaganda, como se ainda estivéssemos em campanha eleitoral.





